Juventude Crítica

Os empecilhos da doação de sangue no Brasil

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Os avanços científicos e medicinais permitiram o conhecimento acerca do tecido sanguíneo, de suas peculiaridades e funções biológicas, o que resultou no alcance de técnicas e procedimentos cirúrgicos importantes para a área da saúde. Hoje no Brasil, diante de tantos doentes hemolíticos e vulneráveis, a doação de sangue tem sido requisitada. No entanto, a carência de informações úteis e claras bem como a rotina do brasileiro dificultam tal prática.

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Juventude Crítica: O indígena e seu direito à terra

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Após o intenso processo de internalização no continente – no Período Colonial – os nativos do Brasil se fixaram, principalmente, nas regiões do Centro-Oeste e do Norte. Todavia, com o avanço das Novas Fronteiras Agrícolas, esses poucos espaços reservados aos indígenas estão ameaçados de desapropriação. Nesse sentido, seja pelo avanço da agricultura, seja pelo descaso governamental, o direito à terra dos índios está cada vez mais negligenciado.

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Juventude Crítica: Zoológico Psicótico

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Alguns séculos atrás, quando as tecnologias pouco tinham adentrado ao cotidiano dos indivíduos, os modos de sobrevivência eram pautados na exploração animal. Em analogia, tem-se o uso dos jumentos e bois no transporte de cargas e manejo dos engenhos de açúcar, em um convívio rotineiro de torturas de todos os graus. Assim, a condição de maltratar animais na modernidade não condiz mais com uma necessidade de sobrevivência, todavia, resvala nos traços psicológicos guardados historicamente, além da ineficiência governamental em conter tais abusos.

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Juventude Crítica: Voluntariado

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Giovanna Coutinho – ex-aluna do Gauss – Centro de Estudos
Análoga à afirmação do filósofo Bauman, em sua obra Modernidade Líquida: ‘’ Nós somos responsáveis pelo outro’’, tem-se a principal característica do voluntariado, que é a responsabilidade de garantir assistência, em qualquer âmbito, ao próximo e sem nenhum tipo de cobrança financeira. Esse tipo de atitude é de fundamental importância na unidade social contemporânea, que prevalece o individualismo e a desigualdade social, pois proporciona integração entre os cidadãos e melhoria na qualidade de vida de quem é assistido.

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A coisificação e suas implicações nos direitos civis e sociais

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Jéssica Ferraz – aluna do Gauss – Centro de Estudos
Desde o Mercantilismo a partir do século XV até a chegada da Revolução Industrial no final do século XVIII, os indivíduos são coagidos pelo sistema capitalista, o qual defende a valorização da produção. Em consequência disso, a sociedade contemporânea, pós-revolução, é vista como mercado consumidor e alicerce para manter essa ordem geradora da inversão de valo-res, inclusive no país brasileiro. Assim, essa problemática social é fortalecida pela coisificação do ser humano em virtude da humanização das mercadorias pela indústria cultural, somada à morosidade do Estado do Brasil em perceber e reverter os efeitos no âmbito dos direitos civis.

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Juventude Crítica: pão, paz e feijão

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O Brasil representa a 7ª economia do mundo e a maior da América Latina. Apesar disso, não é considerado um país desenvolvido. Um dos principais fatores que impedem essa nomenclatura e coloca o país no time dos emergentes é a grande parcela da população subnutrida e má alimentada. Ou seja, a fome é um problema de escala nacional que afeta muitos brasileiros e que afeta também o desenvolvimento do país. Quais são as causas e como reverter esse quadro?

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Brasileiro: cidadão despatriado

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Eugênio Nunes do Carmo, aluno do Gauss - Centro de Estudos.
Eugênio Nunes do Carmo, aluno do Gauss – Centro de Estudos.
O romancista José de Alencar, ao escrever “O Guarani”, mostrou-se interessado em exaltar as características do nativo brasileiro. Tal atitude não se encontra com tanta facilidade, sobretudo no comportamento do brasileiro contemporâneo em que o patriotismo beira a inexistência e a identidade nacional não é valorizada. Nesse viés, a histórica ausência de movimentos populares nacionalistas aliada à influência estrangeira ainda agravam a falta de patriotismo do brasileiro.

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Juventude Crítica: As várias faces da intolerância

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José Vitor Cambuí, aluno do Gauss – Centro de Estudos.
Fruto de um longo processo de imposição cultural, étnica e religiosa, a sociedade atual presencia, em demasia, a intolerância praticada por indivíduos que acreditam na supremacia de uns sobre outros. Nesse esteio, hoje, as várias faces da intolerância configuram-se imprescindíveis de serem erradicadas, com ações nos âmbitos sociais e virtuais, visto que a manutenção de tais práticas maculam os Direitos Humanos e a ordem social.

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Juventude Crítica: Intolerância

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Fernanda Rego, aluna do Gauss – Centro de Estudos.
Ao longo da história da humanidade, evidenciaram-se diversas manifestações de intolerância. Como exemplo, na Idade Média, os tribunais do Santo Ofício perseguiam indivíduos que demonstrassem opiniões contrárias às da Igreja. De modo semelhante, durante a Segunda Guerra Mundial, notou-se repressão ao povo judeu, gays e demais pessoas consideradas por Adolf Hitler como “raça inferior”. Na contemporaneidade, é notória a persistência da intolerância, justificada pela inaplicabilidade das leis que protegem o cidadão e potencializada pelo advento dos recursos tecnológicos.

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Juventude Crítica: Senzalas contemporâneas

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Luis Damazio Pires, aluno do Gauss – Centro de Estudos
No século XVIII, o Brasil era o maior produtor de açúcar do mundo, junto a essa expressividade agrícola surge a decadente relação de exploração dos escravos africanos. Foi nesse contexto de heterogeneidade cultural que se formou a nação brasileira, em que o homem branco-europeu, detentor dos meios produtivos, enriquecia gradativamente, enquanto os negros-africanos eram explorados e fadados às senzalas dos grandes latifúndios. Assim, em pleno século XXI, depois de intensas lutas, o racismo ainda é verificado, mascarado nas representações midiáticas ultrapassadas junto à representatividade dos direitos políticos dos negros ainda insuficientes, comprometendo a superação de tal questão.

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