Juventude Crítica

Juventude Crítica: Voluntariado

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Giovanna Coutinho – ex-aluna do Gauss – Centro de Estudos
Análoga à afirmação do filósofo Bauman, em sua obra Modernidade Líquida: ‘’ Nós somos responsáveis pelo outro’’, tem-se a principal característica do voluntariado, que é a responsabilidade de garantir assistência, em qualquer âmbito, ao próximo e sem nenhum tipo de cobrança financeira. Esse tipo de atitude é de fundamental importância na unidade social contemporânea, que prevalece o individualismo e a desigualdade social, pois proporciona integração entre os cidadãos e melhoria na qualidade de vida de quem é assistido.

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A coisificação e suas implicações nos direitos civis e sociais

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Jéssica Ferraz – aluna do Gauss – Centro de Estudos
Desde o Mercantilismo a partir do século XV até a chegada da Revolução Industrial no final do século XVIII, os indivíduos são coagidos pelo sistema capitalista, o qual defende a valorização da produção. Em consequência disso, a sociedade contemporânea, pós-revolução, é vista como mercado consumidor e alicerce para manter essa ordem geradora da inversão de valo-res, inclusive no país brasileiro. Assim, essa problemática social é fortalecida pela coisificação do ser humano em virtude da humanização das mercadorias pela indústria cultural, somada à morosidade do Estado do Brasil em perceber e reverter os efeitos no âmbito dos direitos civis.

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Juventude Crítica: pão, paz e feijão

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O Brasil representa a 7ª economia do mundo e a maior da América Latina. Apesar disso, não é considerado um país desenvolvido. Um dos principais fatores que impedem essa nomenclatura e coloca o país no time dos emergentes é a grande parcela da população subnutrida e má alimentada. Ou seja, a fome é um problema de escala nacional que afeta muitos brasileiros e que afeta também o desenvolvimento do país. Quais são as causas e como reverter esse quadro?

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Brasileiro: cidadão despatriado

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Eugênio Nunes do Carmo, aluno do Gauss - Centro de Estudos.
Eugênio Nunes do Carmo, aluno do Gauss – Centro de Estudos.
O romancista José de Alencar, ao escrever “O Guarani”, mostrou-se interessado em exaltar as características do nativo brasileiro. Tal atitude não se encontra com tanta facilidade, sobretudo no comportamento do brasileiro contemporâneo em que o patriotismo beira a inexistência e a identidade nacional não é valorizada. Nesse viés, a histórica ausência de movimentos populares nacionalistas aliada à influência estrangeira ainda agravam a falta de patriotismo do brasileiro.

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Juventude Crítica: As várias faces da intolerância

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José Vitor Cambuí, aluno do Gauss – Centro de Estudos.
Fruto de um longo processo de imposição cultural, étnica e religiosa, a sociedade atual presencia, em demasia, a intolerância praticada por indivíduos que acreditam na supremacia de uns sobre outros. Nesse esteio, hoje, as várias faces da intolerância configuram-se imprescindíveis de serem erradicadas, com ações nos âmbitos sociais e virtuais, visto que a manutenção de tais práticas maculam os Direitos Humanos e a ordem social.

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Juventude Crítica: Intolerância

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Fernanda Rego, aluna do Gauss – Centro de Estudos.
Ao longo da história da humanidade, evidenciaram-se diversas manifestações de intolerância. Como exemplo, na Idade Média, os tribunais do Santo Ofício perseguiam indivíduos que demonstrassem opiniões contrárias às da Igreja. De modo semelhante, durante a Segunda Guerra Mundial, notou-se repressão ao povo judeu, gays e demais pessoas consideradas por Adolf Hitler como “raça inferior”. Na contemporaneidade, é notória a persistência da intolerância, justificada pela inaplicabilidade das leis que protegem o cidadão e potencializada pelo advento dos recursos tecnológicos.

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Juventude Crítica: Senzalas contemporâneas

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Luis Damazio Pires, aluno do Gauss – Centro de Estudos
No século XVIII, o Brasil era o maior produtor de açúcar do mundo, junto a essa expressividade agrícola surge a decadente relação de exploração dos escravos africanos. Foi nesse contexto de heterogeneidade cultural que se formou a nação brasileira, em que o homem branco-europeu, detentor dos meios produtivos, enriquecia gradativamente, enquanto os negros-africanos eram explorados e fadados às senzalas dos grandes latifúndios. Assim, em pleno século XXI, depois de intensas lutas, o racismo ainda é verificado, mascarado nas representações midiáticas ultrapassadas junto à representatividade dos direitos políticos dos negros ainda insuficientes, comprometendo a superação de tal questão.

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A superlotação dos presídios brasileiros

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Carla Jordana, Aluna do Gauss - Centro de Estudos.
Carla Jordana, Aluna do Gauss – Centro de Estudos.
A humanidade sempre buscou punir aqueles que não estivessem de acordo com as normas de determinada sociedade. Os romanos escravizavam os povos conquistados, a Igreja torturava os hereges e hoje o Estado aprisiona grande parte dos infratores. Nesse sentido, o sistema prisional vigente no Brasil enfrenta diversos problemas, como a superlotação e o alto índice de reincidência entre os presidiários, não cumprindo o papel principal que é reintegrar o indivíduo no âmbito social.

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O educador contemporâneo!

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Brenda Lima, Aluna do Gauss - Centro de Estudos.
Brenda Lima, Aluna do Gauss – Centro de Estudos.
No medievo, o acesso ao “saber” era restrito, como detalhou Umberto Eco em sua obra “O nome da rosa”. Hoje, o conhecimento transborda pela mídia e tornou-se onipresente através da internet. Nessa conjuntura, o professor perdeu sua autoridade incontestável e não cabe mais a ele um “educar bancário”, tão criticado por Paulo Freire. Desse modo, o papel dos profissionais da sala de aula, atualmente, é estimular o desenvolvimento do senso crítico e promover a “maiêutica” individual (descoberta de suas próprias verdades), tão defendida por Sócrates.

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Impatriotas históricos

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Bárbara Coelho, aluna do Gauss – Centro de Estudos.
“Minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá, as aves que aqui gorjeiam, não gorjeiam como lá”, diz o clássico poema Canção do Exílio, ao representar o sentimento patriota do eu lírico. No histórico literário, as produções artísticas eram moldadas segundo padrões europeus até o surgimento do Modernismo após a Semana de Arte Moderna em 1922, a qual buscou uma identidade mais nacionalista. Mesmo diante de tal perspectiva, devido às consequências parcialmente históricas e ao eurocentrismo e americanismo, o cidadão brasileiro atual persiste com dificuldades em desenvolver o patriotismo e construir assim uma identidade nacional.

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