Nota de Esclarecimento da Secretaria de Educação de Wanderley

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NOTA DE ESCLARECIMENTO

A Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e lazer, gostaria de comunicar para toda a comunidade wanderleense, que estamos seguindo todos os procedimentos legais para atender todas as áreas da nossa comunidade, inclusive da Educação, desta maneira, reiteramos o respeito aos profissionais de educação, uma vez que sempre houve um diálogo e transparência da gestão com todos os profissionais do magistério.

Ressaltamos também, que a gestão sempre honrou com o salário e o reajuste para os profissionais do magistério, que vamos seguir com o nosso compromisso em relação a classe, dentro do que manda a lei e do que é possível, levando em consideração a realidade do nosso município, como dizem, “não podemos colocar o chapéu onde nossos braços não alcançam”.

É importante lembrar também que o município pagou todos os avanços para professores e outros profissionais da educação, e continuará honrando com esse compromisso, pois sabemos da importância desses profissionais para a educação de nossas crianças e adolescentes.

Sabemos que os recursos providos do FUNDEB não são usados exclusivamente para pagamentos salariais, mas também para merenda escolar, transporte escolar, material de limpeza e higiene, material didático, água, energia e muitos outros gastos pontuais que são precisos para que a educação possa acontecer, claro que o salário do profissional é importante, nunca nos omitimos dessa responsabilidade, até porque é um direito de todos os profissionais.

Em quase 6 anos de mandato, tanto da prefeitura municipal, quanto da secretaria de educação nunca houve embate da classe com a gestão, justamente porque temos responsabilidade com a educação do nosso município, mas não podemos agir precipitadamente.

O aumento de 33, 24% dado pelo governo federal é para reajustar o piso salarial. E que o valor fixado de 3.845, 33 para professores que trabalham 40 horas/semanais, serão pagos sim, porém o município está aguardando a decisão da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) que entrou com uma ação judicial contra o Governo Federal referente aos repasses para arcar com esse aumento.

É preciso que tenhamos paciência e bom senso para resolver os problemas, a forma precipitada da paralização pela APLB, dificulta a negociação e prejudica nossos estudantes, não sendo interessante, nem para a classe, nem para a gestão, muito menos para os educandos, como já dissemos anteriormente, gerir um município e todas as demandas do mesmo, exige cautela, compromisso, cálculos, estratégias e muita responsabilidade, é isso que temos mantido durante todos esses anos de mandato.

É importante frisar que em momento algum o secretário de educação Rafael Saldanha e a gestora municipal Fernanda Sá Teles disseram que não pagariam o reajuste, e sim, que juntos a APLB e toda categoria iriam dialogar em busca de soluções para o pagamento dos profissionais que não recebem o piso nacional, e é isso que vamos fazer!

Diante do exposto, comunicamos toda sociedade e APLB, que medidas estão sendo tomadas para solucionar essa problemática em relação a paralização, que por sua vez não tem legalidade.

Atenciosamente, Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e lazer.

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